Engraçado isso. São 2h e alguma coisa da manhã e por mais do meu sono, me deu uma vontade particularmente grande de escrever. Sobre oque? Ah, você. Afinal de contas, é sempre sobre isso que eu escrevo. Porque? Talvez eu não saiba ao certo. Mas de certa forma é bom, e eu me sinto bem. Alias, ainda não achei nada que seja sobre você e não me faça bem. Cara, to numas filosofias violentas hoje… Esse vai ser mais um dos meus textos “nada com nada” e que pra minha completa surpresa você sempre gosta. Vai entender né.
Sério, eu preciso parar de ficar pensando no quê escrever antes de escrever, porque chega na hora de passar pro papel, e PUF. Tudo some. Não tem jeito, as coisas dentro dessa minha máquina pequenininha de pensar fazem muito mais sentido simplesmente dentro dela. Perdoa o mal jeito, mas essa situação de “quase sonambulismo + bloco de notas aberto” não creio que vá dar em alguma coisa. É. Até porque, já chegou ao nível de eu escrever praticamente da mesma forma que eu falo normalmente - à propósito, esse é o motivo das vírgulas mal colocadas. Eu falo dando espaço onde não tem.. Disfarça,rs-.
Tá bom. Acho que os comentários à parte já bastam por agora. É foda… Na boa? É foda. Tenho usado tanto essa frase, que já tá ficando mais clichê que “te amo” hahaha. Ok, agora eu parei mesmo.
Sem usar nenhuma preposição, técnica ou mesmo palavrão antes, acho mais fácil chegar ao ponto. Né? Apesar de você não ser lá o Sr. Direto. ( Omg, acho que esse Toddynho tá me fazendo mal). “Mas e aí fefê, qualé?” A questão, Sr. Direto, é que é TANTA coisa pra falar que.. Que na maioria das vezes - ou talvez em todas- eu nem saiba por onde começar. To tentando fugir do óbvio, do claro.. Do que você sempre acaba lendo. Afinal, clichês não deixam de ser clichês só porque a gente escreve de uma maneira menos melosa e desesperadora, se é que isso se enquadra na maneira que eu escrevo.
Mas sabe quando a gente tá jogando CS, a internet não ajuda muito e dá aquele lag clássico? Pois bem. Tá acontecendo isso agora. Lag cerebral é tenso, vou te dizer. (E não, eu não to jogando CS). Mas ok, já fiz um combinado com os amiguinhos aqui da cachola, e eles vão cooperar um pouquinho.
Esses dias a gente tava conversando sobre descontrole, carências e coisas do tipo. E é engraçado isso. (Quanta coisa engraçada nessa madrugada, q isso fefê?). Mas pra sua sorte, sossego, tranquilidade e conforto juro que eu to tentando melhorar nisso. Talvez a minha “regressão” tenha sido maior que a minha “progressão” esses meses -sem citar motivos-. E como você diz, “É tudo novidade”. Confesso, não é tão simples assim pra mim, dar o braço a torcer dessa minha situação toda. Eu cheguei a conclusão que carência pode ser relacionada à um porre que se toma numa dessas sexta feiras com os amigos. Que? Como assim? É.(Só pra deixar claro, eu não bebo tá?) Carência causa ressaca. Não só pelos enjoos, falta de ânimo, vista pesada e um certo chororô. Tem também o lado da vergonha e da “escala de arrependimento aleatória” que você se vê. Tu não deve estar entendendo muita coisa. Mas é resumidamente isso. A gente toma um “porre de carência” e tem uma “ressaca de carência” depois. O ponto principal ( AAAAAALELUIA) é que toda vez que eu tenho esses meus.. Momentos, de precisar tanto de você, da sua atenção, do seu lado fofinho e de umas horinhas no telefone, a sensação “pós” isso é um tanto quanto vergonhosa. E na boa, eu odeio isso. Odeio quando acontece. Porque é nessas horas que a ” Fernanda super cabeça e madura” sai de cena, e a “Fernanda dos quase 15, toda meiga e carente” entra. E o pior, eu sinto que com essa minha “fraqueza” eu possa estar inconscientemente te “cobrando” mais. Cobrando determinada coisa que por agora você não vêm tido tempo nem cabeça. Não por sua culpa, óbvio. E eu não quero que você se sinta nem na obrigação, nem cheio disso. Já tentei pensar sobre e ainda não consegui chegar a uma conclusão do quanto é complicado lidar comigo. Não complicado da forma que você tá pensando. Só.. complicado mesmo. E, eu não quero ser complicada pra você. Eu não quero que você se sinta incapaz ou insuficiente, justamente por eu saber bem como é isso. Eu to meio assustada com oque tem por vir. Confiante, mas assustada. Porque a minha meta vem sido você, é você e eu e minha cabeça dura não vamos deixar com que isso mude, tenho certeza. Não sei quantas vezes você já se perguntou sobre tudo isso. Eu, você, a gente, distância, faculdade, mudança e esse conjunto todo. Eu já me perguntei, sabia? E a minha conclusão foi que a partir do momento que eu voltei, eu voltei pra ficar e passar tudo isso com você. E não to dizendo isso porque são 3 e pouco da manhã e eu to tonta de sono. Alias, as 3 e pouco da manha é difícil ter certeza de alguma coisa mas o engraçado é que, dessa e de outras situações que se tratam de você, eu sempre tenho certeza nos dizeres. E talvez seja isso. Mais um texto “nada com nada”. Porém, um nada com nada e minhas devidas confissões que se vão fáceis em horas como essa. Nem sei se era sobre isso que eu queria ter falado, mas acabou saindo melhor do que eu tinha pensado. Posso te pedir uma coisa? Chega logo. A saudade não tá mais…Grande. A saudade tá enorme.
E bom, agora eu vou dormir. Dormir e se tiver sorte me encontrar com você nesses meus sonhos meio sem noção. Boa noite, muniteza!
— for you
Queria que soubesse que tudo que eu escrevo é pra você. E quando não é, acaba sendo de qualquer jeito. Todas aquelas coisas que eu escondi. Tudo que eu deveria ter dito, mas omiti. Fingi, sei lá. Tudo que eu escrevo é pra você, ainda que você nunca tenha parado pra ler. — But, I like you. (via sorri-r)
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Você é a pessoa pra quem eu olho e penso: será que se eu pedir com jeitinho, Deus te deixa ficar comigo pra sempre? — Giulia Mainardi. (via romantizar)
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Tem coisa mais doce que alguém te cativando o tempo todo? Ir minando aos poucos sua defesa própria. Tem coisa mais forte que alguém te invadindo aos poucos? Compartilhando até dos mais íntimos segredos… — Jorge Vercillo (via verborragias)
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Te quero. Te quero molhado, com o cabelo despenteado, com cara de sono, com sorriso malicioso, com olhar sincero. Te quero sorrindo, bravo, nervoso, emburrado, feliz, chateado, triste. Te quero lindo, te quero feio, te quero desarrumado, te quero perfumado. Te quero na sala, no quarto, na rua, tanto faz. Te quero aqui, te quero acolá. Te quero para transformar eu e você em nós. — Tati Bernardi (via livinginwonderlland)
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Não tente decifrar os sentimentos alheios, pequena. Cada um ama de um jeito, cada qual sofre de um jeito. — Aquarelar (via onlyasolitary)
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Berra, grita, escreve, manda uma carta, um sms, um pombo correio, liga, compõe uma música, chama no msn, curte uma foto no facebook, manda uma ask, taca um tijolo na porta da minha casa, me manda uma flor, toca um Marley na viola, põe nossa música pra tocar, faz sinal de fumaça, esperneia, comenta de mim pra alguém, taca uma indireta direta, taca fogo no meu carro, me faz ciúmes, faz birra, charminho, some, volta, me atiça […] Sei lá, só não fica em silêncio. Pois apesar de eu preferir todo o silêncio do mundo, o seu me mata. — Maldito silêncio, metafora-s. (via cantigasdovento)
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